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22/06/2018  São Paulo

Sexta-feira curta, horário flexível e home office ilimitado são alternativas para atrair e reter talentos

Henkel oferece flexibilidade nas jornadas para equilibrar vida pessoal e carreira de profissionais

A Henkel, líder global em marcas e tecnologias em Adesivos e Cosméticos, adota uma política de equilibro entre carreira e vida pessoal, oferecendo para seus colaboradores opções de flexibilidade de trabalho. Cerca de 300 profissionais da empresa que atuam em atividades administrativas e comerciais podem escolher o horário de sua jornada de trabalho, trabalhar de forma remota sem um limite pré-determinado de dias por semana, além de usufruir da Sexta Curta, quando podem sair mais cedo no último dia útil da semana.

Essa política passou a ser adotada há mais de três anos a fim de promover um ambiente saudável, com bom clima organizacional e engajamento. De acordo com pesquisa recente da Talenses, a decisão não poderia ser mais acertada. Para 60% dos 2.500 entrevistados pela consultoria, flexibilidade no horário de trabalho é fundamental na escolha da empresa para se trabalhar. Quando analisados apenas os “Millenials” ou Geração Y (nascidos entre 1980 e 1990), esse percentual sobe para 64%. Para mulheres, a flexibilidade de horário é ainda mais importante, sendo o principal ponto de atração para 70% delas, ante 56% dos homens.

“A decisão por oferecer opções de flexibilidade para os nossos colaboradores vai além do desejo de atrair e reter os melhores talentos. É uma nova forma de trabalho pautada em uma cultura organizacional que promove relações de responsabilidade e confiança, focada em resultados e que estimula o espírito de dono em todos nossos colaboradores” – explica Valeria Gladsztein, diretora de Recursos Humanos da Henkel para América do Sul.

Ao mesmo tempo, que a empresa ganha ao ter os profissionais com as melhores capacidades em seu quadro, a produtividade não é afetada. “Ações como essas fazem com que as atividades sejam realizadas e prazos cumpridos, sem que precisarmos nos preocupar com atrasos, faltas ou mesmo adversidades como a recente paralisação dos caminhoneiros, quando cerca de 80% dos funcionários optaram pelo Home Office” – comenta Valeria.

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